Como a Mills conseguiu alongar a dívida e fazer caixa de R$ 170 milhões na pandemia, e não descarta aquisições

Ações 22 de Mar de 2021

SÃO PAULO — A pandemia de coronavírus atrasou o andamento de obras e impactou negativamente a empresa de engenharia Mills (MILS3) no começo de 2020, mas a companhia observou uma retomada na segunda metade do ano passado — e conseguiu encerrar o período com um caixa de R$ 170 milhões. Ela não descarta usar parte desse dinheiro em aquisições.

Segundo o CEO do grupo, Sergio Kariya, a estratégia da Mills foi cortar custos, renegociar contratos com clientes, fazer duas emissões de debêntures e alongar dívidas. Com isso, a empresa terminou 2020 com um lucro líquido de R$ 7,6 milhões no quarto trimestre de 2020, revertendo prejuízo de 2,7 milhões registrados um ano antes. Já a receita líquida subiu 7%, para R$ 148,2 milhões.

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Como a Mills conseguiu alongar a dívida e fazer caixa de R$ 170 milhões na pandemia, e não descarta aquisições
CEO e CFO da companhia participaram de live do InfoMoney e falaram sobre alongamento de dívidas e o desafio de penetrar as plataformas aéreas no mercado

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