Como a vertical de medicina ajudou a Ânima Educação na pandemia: pode virar um negócio listado na Nasdaq?

Ações Publicado em 08 Abril 2021

Foto: Unsplash

SÃO PAULO — A pandemia de coronavírus causou “uma separação do joio e do trigo” no setor de educação no Brasil, na visão do CEO da Ânima (ANIM3), Marcelo Bueno. Segundo ele, quem já tinha se preparado com o modelo híbrido, que envolve parte das aulas presenciais e parte online, encontrou menos dificuldades em meio à disseminação da Covid-19, que obrigou todo mundo a ficar em casa e estudar pela internet.

A empresa conseguiu ampliar o número de alunos em 2020 para mais de 145.000 ao todo, com redução da evasão e avanço de 20,4% da receita líquida na comparação com 2019, para R$ 1,42 bilhão. O aumento do tíquete médio com a nova vertical de medicina (cursos mais caros e com duração maior) também beneficiou a Ânima, que segue vendo este segmento como altamente promissor para o grupo.

Leia na íntegra em:

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CEO e CFO do grupo participaram de live do InfoMoney e falaram sobre maior número de alunos, aprovação da compra da Laureate pelo Cade e modelo híbrido

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Gustavo Armoa

Estudante de Engenharia de Software, apaixonado por Data Science e E-commerce. Atualmente trabalhando como consultor de pessoa jurídica e gamer na horas vagas.

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